Entrevistando Pessoas com Comportamentos Suicidas (EPCS)
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Sobre os autores

Pablo Gagliesi
Médico formado pela Universidade Católica de Córdoba. Especializou-se em Psiquiatria pela Universidade Nacional de Buenos Aires. Possui formação em psicoterapia psicanalítica, sistêmica e cognitivo-comportamental. É terapeuta com formação em Terapia Comportamental Dialética (DBT) e certificado em EMDR. Foi professor de pós-graduação na Universidade de Buenos Aires e professor e supervisor nos programas de residência em Saúde Mental na cidade de Buenos Aires. Foi membro do Conselho Diretor da Associação Argentina de Terapia Cognitiva e é membro da Associação Argentina de Psiquiatras. Leciona e supervisiona programas de pós-graduação em terapias cognitivo-comportamentais contemporâneas, terapias de terceira geração e, principalmente, Terapia Comportamental Dialética (DBT) na Fundação Foro para la Salud Mental, bem como em programas de pós-graduação nas Universidades de Luján, Palermo e Favaloro. Ele possui ampla formação em Behavioral Tech e foi pesquisador visitante na Universidade de Washington/BRTC, em Seattle. É instrutor oficial de DBT (Terapia Comportamental Dialética) pela Behavioral Tech, organização de divulgação da DBT fundada pela Dra. Marsha Linehan. Foi o primeiro instrutor oficial de DBT em espanhol pela Behavioral Tech e é diretor da DBT Iberoamérica (DBTI). Desde 2014, organiza e lidera diversos treinamentos de DBT em espanhol por toda a América Latina. Por meio de suas palestras sobre DBT, promove a Terapia Comportamental Dialética em vários países. Supervisiona e orienta diversas equipes de DBT em países de língua espanhola, como Colômbia, Equador, Peru, Chile, Bolívia, Paraguai, México, Uruguai e Argentina, além do Brasil. É coautor dos seguintes livros sobre Terapia Comportamental Dialética (DBT) (2020, com prefácio da Dra. Linehan): “Adding to Love” (2022); “Mindful Eating” (2023); e “ECCS: Entrevistas com Clientes Suicidas” (2024). É autor de diversos artigos científicos sobre suicídio, transtornos mentais e DBT. É membro fundador da Associação Mundial de DBT (WDBTA) e presidente honorário da Sociedade Ibero-Americana de DBT (SIDBT). Em 2023, recebeu o Prêmio ISIT DBT em reconhecimento ao seu trabalho na disseminação de terapias baseadas em evidências. Atualmente, coordena o programa de DBT, é psicoterapeuta e psiquiatra especializado em Terapia Comportamental Dialética (DBT) na Fundação Fórum para a Saúde Mental.

Demian Rodante
Médico especialista em Psiquiatria.
Chefe do Serviço de Admissões do Hospital Braulio A. Moyano.
Professor Autorizado da Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires.
Professor Adjunto do Departamento de Psicologia da Universidade Favaloro.
Pesquisador do Instituto de Farmacologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires.
Professor Associado do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital Braulio A. Moyano.
Mestre em Neuropsicofarmacologia pela Universidade Favaloro.
Diretor do Programa de Diploma Clínico em Avaliação e Manejo do Comportamento Suicida da Universidade Favaloro.
Coordenador Clínico de Psiquiatria e Pesquisa da Fundação FORO.
Farmacoterapeuta de DBT da Fundação FORO.
Vice-Presidente do Capítulo de Suicidologia da APSA.
Representante da Região Sul da Seção de Suicídio da APAL.
Título: Entrevistando Pessoas com Comportamentos Suicidas (EPCS)
Autores: Pablo Gagliesi e Demián Rodante
Editora: Tres Olas Ediciones
Ano de Publicação: 2025
ISBN: 978-631-90901-6-1
Edição: 1
Número de Páginas: 352
Formato: Físico
Dimensões: 15×21 cm
Idioma: Português
Sinopse:
Este é um livro dedicado à clínica, avaliação e manejo do risco agudo de suicídio dirigido a médicos, psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e todas aqueles que devem atender pessoas em
um momento difícil das suas vidas. Surgiu diante da necessidade e da urgência de responder à pergunta sobre quais intervenções tem evidência e que são sugeridas por especialistas no momento de entrevistar uma pessoa com comportamento suicida. A ausência de treinamentos específicos e literatura pragmática para iniciar, manter e dar continuidade a uma conversa com estes pacientes, é alarmante. No entanto, nos últimos anos a situação vem mudando a passos gigantescos ainda que, imprecisos mas a chegada das últimas pesquisas está mudando a clínica no dia a dia.
Há poucas situações tão comoventes quanto estar sentado em frente a uma pessoa que diz que quer se matar em algum lugar e sozinha. Mas para poder se comover é necessário passar por cima de várias
emoções: como o medo de que aconteça e nos tornemos ameaçados pelo sistema, a tristeza de perder alguém que conhecemos, a vergonha e a culpa de sermos avaliados por uma conduta que poucas vezes
está sob nosso controle, inclusive a raiva de não poder vigiar totalmente a situação. Somente se conseguirmos lidar com estas emoções, poderemos então estar presentes.
É impossível não sentir o impulso de sair correndo ou o impulso de resgatar alguém. O que fazer? Esta é a pergunta que gira o mundo neste exato momento. Ter alguma resposta é a que decide qual impulso
seguiremos. É impossível ver alguém se afogando e não jogar uma boia salva vidas ou esticar o braço.
Este livro nada mais é do que um esforço para responder de modo preciso esta pergunta: o que fazer?
Manter com vida as pessoas é, sem dúvida, um objetivo meritório mas se não tomarmos o tempo necessário para criar e construir vidas que valham a pena ser vividas, nossos esforços se tornarão um fracasso.
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